quinta-feira, 11 de junho de 2015

Piada não ouvida (imaginada por mim, com meu péssimo humor negro) no enterro do ator Christopher Lee, o eterno conde Drácula das telas de cinema:
Homem 1: - Pois é...o conde morreu...
Homem 2: - Pois é...
Homem 1 (Sussurrando...): - Trouxe as estacas?
Homem 2 (Sussurrando...): - Trouxe. E a água benta também.
Homem 1 (Sussurrando...): - Pois é...nunca se sabe...
Homem 2 (Sussurrando...): - Pois é...

Drácula morreu. Será que morreu mesmo?

Ele aterrorizou minhas noites em seu papel mais famoso, o Conde Drácula, frio e impiedoso e sempre sedento de sangue.
Mas seus filmes eram poéticos, ele, quase sempre mudo ou com poucas frases. Aterrorizava pelo olhar.
Os mais jovens o conhecem pelos papéis do mago Saruman, em Senhor dos anéis e do conde Dookan, de Star wars, mas para mim, o ator Christopher Lee, que nos deixou hoje, será sempre o eterno Conde Drácula.

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